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Felipe Góes (1983) trabalha com pintura buscando discutir a produção e percepção de imagens na contemporaneidade.

Realizou exposições individuais na Galeria Kogan Amaro (São Paulo, 2019), Galeria Murilo Castro (Belo Horizonte, 2018), Instituto Moreira Salles (Poços de Caldas, 2017), Galeria Virgílio (São Paulo, 2016 e 2018), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).

Participou das exposições coletivas “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, EUA, 2016), “2ª Bienal Internacional de Asunción” (Assunção, Paraguai, 2017), “Utopia de colecionar o pluralismo da arte” (Fundação Marcos Amaro, Itu, 2019) e “20 e poucos anos - portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). Participou de residências artísticas no Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, EUA, 2014) e Instituto Sacatar (Itaparica, BA, 2012).

Felipe Góes (1983) works with painting debating images production and perception in contemporaneity.

Accomplished solo exhibitions at Galeria Kogan Amaro (São Paulo, 2019), Galeria Murilo Castro (Belo Horizonte, 2018), Instituto Moreira Salles (Poços de Caldas, 2017), Galeria Virgílio (São Paulo, 2016 and 2018), Central Galeria de Arte (São Paulo, 2014), Phoenix Institute of Contemporary Art (Arizona, USA, 2014) and Usina do Gasômetro (Porto Alegre, 2012).

He was engaged in group exhibitions such as “Mapping Spaces” (Kentler International Drawing Space, New York, USA, 2016), “2nd Bienal Internacional de Asunción” (Asuncíon, Paraguay, 2017),“Utopia de colecionar o pluralismo da arte” (Fundação Marcos Amaro, Itu, 2019) and “20 e poucos anos - portfólio” (Galeria Baró, São Paulo, 2011). He was also engaged artist-in-residence programs in Phoenix Institute of Contemporary Art
(Arizona, USA, 2014) and Sacatar Foundation (Itaparica, 2012).